Author Archives: Claus

Voltei, para uma reflexão econômica – e fugir da b…

Voltei, para uma reflexão econômica – e fugir da bomba chamada ‘Do fundo do mar’ que o SBT resolveu passar hoje:

Se ao enviar uma carta pelo correio, eu colocar o endereço do destinatário no lugar do remetente e não selar, eu consigo mandar a carta de graça?

A pergunta saiu na FHM, e segundo a revista sim, já que o correio não controla esse tipo de coisa. Que ótimo, não pago mais carta!

Por aqui a gente tem a tal da ‘carta social’, que custa 1 centavo. Mas como tem que ser ‘social’, fica aquele desconforto social (o outro) em mandar cartas que não se enquadrariam, e daí pagar o valor maior pela postagem comum – um constrangimento que se poderia evitar.

Outra: carta desse porte não custa mais do que 1 real, e pra pagar, ou você vai já preparado pra dar o valor certinho em moeda, ou se contenta em voltar pra casa com o bolso fazendo barulho. E moeda você sabe: pensa muito, vale pouco e pro vendedor é sempre motivo pra arrendondar o preço (pro benefício dele, claro).

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Tinha também na mesma edição da revista uma dica pra fraudar o sistema bancário e fazer milhões, mas essa eu deixo pra próxima vez que escrever.

Existe melhor lugar para compartilhar uma agonia d…

Existe melhor lugar para compartilhar uma agonia do que o blog de outra pessoa?

Fui fazer um chá pra tentar espantar o frio. Esquentei a água como de costume, mas na hora de beber não estava quente o suficiente. Então, como pessoa sensata que sou, esquentei mais. E fui beber: AAAHHH!!! Estava tão quente que cuspi tudo no tapete da sala.

Bom, só sei que no final é como se estivesse bebendo água, já que não sentia gosto algum por causa da queimadura.

Moral da história: arrumar pretexto pra escrever no blog do H pode causar ferimentos e irritação.

De noite. Em casa. Com fome. Eu. E como é o estôm…

De noite. Em casa. Com fome. Eu.

E como é o estômago que move o mundo, resolvi vasculhar meu depósito de porcarias na procura… enfim, de alguma porcaria. Achei um Club Social.

Pensando sobre o que escrever, começo a ler os ingredientes – depois que você corta alguns tipos de alimentos de sua dieta, nunca é demais ler essas coisas. Eis que leio: “ingredientes: farinha de trigo, gordura vegetal, … blá, blá, … Pode conter traços de Proteínas de Soja e Leite.”

O que? Pode conter? Eu já tive essa discussão com a menininha Mary Jane, e não chegamos a uma conclusão final.

Vasculho mais um pouco meu armário e fico mais uma vez surpreso que ao comer Kisses eu também posso estar ingerindo “vestígios de amêndoas, frutos secos e glúten” (eu nem devia ter comprado esse chocolate… além da empresa ser americana esse troço tem transgênicos!)

Penso comigo “ainda bem que é amêndoas e não carne moída”. Ou como supomos na época: “Pode conter vestígios de cartilagem humana, unha e escreta nasal”. Não, obviamente eles jamais iriam admitir isso, mas também fica difícil acreditar que a máquina de chocolate com amêndoas fique cuspindo amêndoas na de cholocate puro. Ou que o operador da máquina tome leite na hora do trabalho.

Afinal, porque isso ocorre? Podemos confiar na lista de ingredientes dos produtos que consumimos? A Sandy é virgem? Os EUA irão ganhar a guerra? Estas são perguntas que talvez só os filhos dos nossos filhos consigam responder (e uma outra maneira de dizer que eu também não sei).

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Meus parábens Henrique: o contador voltou a funcionar. E obrigado por me deixar fazer parte desta seleta roda de magníficos escritores, artistas e nerds.

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