Arquivos Mensais: julho 2008

#14 – Tudo normal

Essa ida de bicicleta para o trabalho foi bem normal, a volta também…

Ida: gastei 29m 38s para percorrer 9,09km com velocidade média de 18,4km/h.

Volta: gastei 32m 33s para percorrer 8,66km com velocidade média de 15,9km/h.

Google Code Jam 2008

Acabou-se o que era doce… não passei para a segunda fase online do Google Code Jam 2008

Na sexta feira teria passado se tivesse usado variável long no lugar de int… deu overflow e o Visual Studio não sobe exceção de overflow automaticamente… então o teste longo não passou 🙁

No sábado consegui terminar o segundo exercício 2 minutos depois do fim do tempo, mas mesmo se tivesse entregado, não ficaria entre os 840 primeiros…

Fica para o ano que vem…

#13 – Quase verão

Essa ida pro trabalho foi bem tranqüila, fui e voltei na manha. Dessa vez não levei minha filha na escola… mas acabei fazendo um caminho que é pior do que eu faço quando deixo ela lá primeiro, muito trânsito, tem de ficar parando a bicicleta o tempo todo.

Ida: gastei 29m 52s, percorrendo 9,10km com velocidade média de 18,3km/h.

Volta: gastei 30m 27s, percorrendo 8,57km com velocidade média de 16,9km/h.

Como fazer a barba em 30 segundos

Esse é o primeiro e único fast motion que eu fiz, da minha barba sendo feita, com um barbeador elétrico da Philips.

Só faltou a música do barbeiro de sevilha.

Pederneira & Fogo

Assistindo o seriado Survivorman na Discovery com o Jonas vimos o Les Stroud usar uma pederneira para acender fogo. No site diz que é uma “pedra de isqueiro de magnésio” mas na verdade é uma pederneira de liga de magnésio, também conhecida como swedish firesteel. Parece que o Bear Grylls do A Prova de Tudo tem uma pederneira de sílex que sempre usa.

Gostamos tanto da bugiganga, que quando vi no Deal Extreme um “Wilderness Survival Fire Sparkle and Blade Cutter Tool” por US$ 5,90 (R$ 9,50) com frete grátis não perdi tempo e comprei um pra mim e outro pro Jonas, que chegaram hoje.

Fiquei quase meia hora fazendo faíscas que não acendiam nem fósforos, até finalmente pegar as manhas e ficar colocando fogo em papel pra poder filmar. Pena que deram 80Mb de filme, senão dava pra colocar no Youtube! Demorou, mas consegui colocar no YouTube!

Quem não tem PayPal pode comprar pederneira no Mercado Livre.

O último beijo

Incrível como alguém conseguiu deixar tão bela a história com os detalhes do acidente de trânsito que matou a mulher amada!

Oh onde, oh onde pode estar meu amor
Deus a tirou de mim
Ela foi pro céu, então eu tenho que ser bom
Para que eu possa ver o meu amor quando eu deixar este mundo

Nós saímos pra namorar no carro do meu pai
Nós não tínhamos ido tão longe
Havia na estrada bem na nossa frente
Um carro enguiçado, o motor tinha morrido
Eu não pude parar, então eu desviei para a direita
Eu nunca esquecerei o som naquela noite
Os pneus cantando, os vidros estourando
O grito de dor que eu ouvi por fim

Oh onde, oh onde pode estar meu amor
Deus a tirou de mim
Ela foi pro céu, então eu tenho que ser bom
Para que eu possa ver o meu amor quando eu deixar este mundo

Quando acordei a chuva estava caindo
Tinha gente para todo o lado
Algo morno correndo pelos meus olhos
Mas de alguma forma eu achei minha querida aquela noite
Eu levantei sua cabeça, ela olhou para mim e disse
“Me segure querido só um pouquinho”
Eu a segurei bem perto
Eu beijei nosso último beijo
Eu achei o amor que eu sabia que tinha perdido
Bem, agora ela se foi apesar de tê-la segurado forte
Eu perdi meu amor, minha vida naquela noite

Oh onde, oh onde pode estar meu amor
Deus a tirou de mim
Ela foi pro céu, então eu tenho que ser bom
Para que eu possa ver o meu amor quando eu deixar este mundo

Ohh (x4)

#12 – Ida normal ao trabalho

Foi normal, tirando que peguei todos os semáforos fechados na volta…

Ida: gastei 28m 41s, percorrendo 9,12km com velocidade média de 19,0km/h.

Volta: gastei 31m 57s, percorrendo 8,8km com velocidade média de 16,2km/h.

Google Developer Day 2008 – São Paulo

Google Developer Day 2008 - São Paulo - BrasilO Google Developer Day 2008 – São Paulo começou com o Alexandre Hohagen falando sobre a evolução da mídia e a convergência para a Internet, meio que explicando como o Google ganha dinheiro e qual direção a Internet deve seguir.

O segundo a falar foi Paulo Golgher, que praticamente resumiu as sessões que haveriam após o almoço, o que facilitou bastante a escolher quais participar, que foram divididas em 4 grupos:
App – facilidades para construir aplicações web
http://code.google.com/intl/pt-BR/appengine/ – Google AppEngine
http://code.google.com/intl/pt-BR/apis/gears/ – Google Gears
http://code.google.com/intl/pt-BR/webtoolkit/ – Google Web Toolkit
Android – plataforma opensource para dispositivos móveis
http://code.google.com/intl/pt-BR/android/ – Android
Social – protocolos e ferramentas para integração e expansão de sites de redes sociais
http://code.google.com/intl/pt-BR/apis/opensocial/ – OpenSocial
Geo – ferramentas para sites/softwares de georeferenciamento
http://code.google.com/intl/pt-BR/apis/kml/ – KML
Assisti as 3 sessões de App e uma sobre como está e o que esperar do Ajax.
App Engine – Paul McDonald
O Google disponibiliza sua infra-estrutura para hospedar e executar aplicativos web escritos em Phyton, gratuitamente. Não é preciso se preocupar com servidor, sistema operacional, banco de dados, segurança, logs, análise de tráfego, escalabididade, etc., pois o Google faz tudo isso pra gente.
Eu já conhecia o Amazon S3, no qual a Amazon.com disponibiliza seus servidores, mas apenas para hospedagem de imagens, páginas estáticas e arquivos. A iniciativa do Google de executar código é muito mais robusta e com maiores aplicações práticas.
Gears – Dion Almaer
De todas as que eu assisti, essa foi a que mais me impressionou. Gears é um plugin do Google que estende o browser (Internet Explorer, Firefox, Safari, Opera) com algumas novas funcionalidades que talvez estarão disponíveis apenas no HTML 5 e cujo foco principal é permitir navegar offline. Não apenas navegar utilizando o cache, mas permitir que dados sejam baixados do site, armazenados em um banco de dados relacional interno do browser, manipulados e sincronizados quando a conexão voltar, de forma transparente para o usuário do site (ou não, dependendo de nossas necessidades).
Outro recurso interessante é o WorkerPool, que permite trabalhar com multi-threads no lado cliente do browser, tornando a página bem mais rápida aos olhos do usuário.
A gama de novos recursos que podem ser criados em um sistema, melhorando a usabilidade e performance do mesmo é gritante. Foram mostrados gráficos de tempo de resposta quando a aplicação web executava localmente e quando executava da forma tradicional, requisitando dados sempre que alguma ação era realizada, como ordenar ou filtrar resultados de uma consulta e a diferença é muito grande.
Mostraram um estudo do Jacob Nielsen (o papa da usabilidade) em que ele diz que resposta de até 0,1s dá a impressão de que estamos trabalhando em tempo real, direto nos dados, não sendo necessário feedback informando de processamento. Entre 0,1 e 1s não há perda de continuidade no pensamento do usuário, mas já não há a sensação do sistema estar agindo instantaneamente e 10s é o limite para manter a atenção do usuário.
Introdução ao GWT – Dick Wall
Google Web Toolkit é, como o próprio nome já diz, um kit de ferramentas para desenvolvimento web. O que ele faz é basicamente transformar código Java em código JavaScript. Seu uso é semelhante ao do ASP, ASP.NET, PHP ou Applet, com a grande diferença de gerar código em JavaScript, totalmente aceito em qualquer browser, em qualquer sistema operacional. Eu vejo mais como uma alternativa ao Applet para quem desenvolve em Java, para quem desenvolve em .NET já tem o ASP.NET, que mesmo não gerando código tão portável para outros browsers, atende as necessidades.
State of AJAX – Dion Almaer
Foi um overview sobre as mudanças que o Ajax trouxe para a forma como sites web são utilizados, possibilitando criar aplicações web complexas e completas.
Falou sobre frameworks para desenvolvimento Ajax (Dojo, jQuery, Prototype, Script.aculo.us, Google Web Toolkit) e como o Google apóia e facilita esse desenvolvimento, com o GWT, Gears e outras diversas APIs.
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