Arquivos Mensais: maio 2008

#4 – Ciclocomputador e melhor caminho

Hoje foi o primeiro dia em que usei um ciclo computador e o no qual fiz o caminho mais eficiente em termos de subidas (só 3 na ida – na Rua Domingos Luis, na Avenida Senador Queiroz e na Rua Florêncio de Abreu e  2 na volta – na ribanceira da Rua Viri com a Rua Patrocínio do Sapucaí e na Avenida Leôncio de Magalhães).

A ida foi igual à de ontem, tirando que andei mais na rua na Av. Cruzeiro do Sul depois da ponte, pois tinha menos trânsito.

Na volta após atravessar a Av. do Estado fiz um caminho pelas ruas Eduardo Chaves e Guaporé pra chegar na alça de acesso da Ponte das Bandeiras, segui pela Av. Santos Dumond até a Praça Campo de Bagatelle (onde um ônibus da Reunidas, soltando uma fumaça preta, passou a milhão do meu lado, me fechando), continuei pela Rua Paineira-do-campo, subi a Voluntários da Pátria, atravessei a R. Santa Eulália entre a primeira e segunda faixas, como o Danilo sugeriu e depois fiz o caminho normal pela Ataliba, saindo antes do SESC e subindo ao lado do parque.

Ida: demorei 31m 42s (sem contar as paradas nos semáforos), percorri 9,13km, com velocidade média de 17,3km/h e a velocidade máxima foi 36,8km/h.

Volta: demorei 34m 14s (sem contar as paradas nos semáforos) e percorri 8,7km, com velocidade média de 15,2km/h

Bike comute: ida e volta de bicicleta para o trabalho

comute: (n) The amount of time it takes to travel regularly from one place to another, especially between home and work. (v) To travel regularly from one place to another, especially between home and work.

A definição acima é do Georgia Department of Transportation que em português seria:

(substantivo) O tempo gasto para ir regularmente de um lugar a outro, especialmente entre casa e trabalho. (verbo) Ir regularmente de um lugar a outro, especialmente entre casa e trabalho.

Quem acompanha regularmente meu blog sabe que sou um sanjoanense que atualmente mora em São Paulo, que há algumas semanas comprou uma bicicleta e que desde segunda feira está indo e voltando para o trabalho de bicicleta, para o pavor de meus pais, a alegria de minha filha e o deleite de meus companheiros de trabalho.

Hoje foi a primeira vez que pedalei com um ciclo computador e isso me deu a idéia de relatar diariamente meus “comutes”, para incentivar que outras pessoas façam o mesmo e até mesmo desmistificar o assunto.

Se mais alguém souber de outras iniciativas como a minha e puder escrever nos comentários eu agradeço.

Cateye e câmbio dianteiro

Hoje finalmente chegou meu ciclo computador Cateye Micro Wireless (sem fio), que comprei pelo eBay! Foi bem rápido, só 13 dias de espera. Instalei facilmente assim que cheguei em casa e amanhã quando for pro trabalho eu vejo funcionando!

A Sundown melhorou o seu site de bikes e agora nas páginas de especificações técnicas das bicicletas, tem as marcas e modelos de todos seus componentes!

Eu sabia que o câmbio dianteiro da Team 3000 é um Shimano Altus, mas pelo site descobri que o modelo é o FD-310. Com isso baixei o manual técnico do FD-310 na Shimano (em Português!) pra poder regular o câmbio dianteiro, que está fazendo barulho e enroscando pra subir.

#3 – Novas tentativas e garrafa térmica

Ontem havia comprado uma garrafinha (ou caramanhola) térmica numa dessas lojas de suplementos vitamínicos para bombados (alí na Rua São Bento, perto da Praça do Patriarca) e hoje usei pela primeira vez. É realmente muito bom, a água mantém bem a temperatura.

Na ida fiz o mesmo caminho de ontem, mas antes de chegar na Senador Queiroz eu entrei à direita para sair mais acima na Senador Queiroz e evitar o trânsito, mas foi um péssimo caminho, pois tem de subir e descer um morro desnecessariamente.

Na volta eu peguei a Ponte das Bandeiras direitinho e passei no portão entre a universidade e o posto de Gasolina, mas não gostei de subir a Rua Voluntários da Pátria alí no início, pois tem muito estudante andando na rua. Fiz o caminho da Ataliba Leonel de Novo, mas acabei pegando ela novamente depois que saí da Luiz Dumond Vilares perto do McDonalds e não é um bom caminho, continuar na Luiz Dumont é bem melhor.

Trajeto trabalho-casa de bicicleta

Ontem foi o primeiro e hoje foi o segundo dia que fui e voltei pro trabalho de bicicleta.

Ontem voltei pela ponte Cruzeiro do Sul, subi a Zuquim até a Álvaro de Abreu e desci a Pedro Madureira até chegar no metrô Jardim São Paulo, na Av. Leôncio de Magalhães.

Hoje o Danilo deu a dica de ir pela ponte da Bandeira, me explicou direitinho mas eu fiz uma cagada enorme!

Peguei a Eduardo Chaves, virei na Guaporé, segui pela Tiradentes e atravessei no meio dos carros engarrafados, fui seguindo pela rua e depois de uns metros percebi que a ponte não subia nunca… Então vi uma placa “Ponte Cruzeiro do Sul”, então percebi que eu estava na pista expressa da Marginal Tietê!!!!! Terminei de passar em baixo da ponte Cruzeiro do Sul, peguei a bike, pulei o guard rail, atravessei o canteiro, pulei o outro guard rail e, aproveitando o trânsito parado, atravessei a pista local da Marginal Tietê empurrando a bike… ufa!

Depois fiz o caminho normalmente, indo pela Ataliba Leonel, Luiz Dumond Vilares e subindo ao lado do Parque Domingues Luiz até o metrô Jardim São Paulo.

Amanhã vou tentar um caminho mais eficiente… e vou tomar cuidado pra não entrar na Marginal 🙂

#2 – Canteiro da Cruzeiro do Sul e passeio na Marginal

Dessa vez eu andei na Cruzeiro do Sul pelo passeio do canteiro central. É bem melhor pois não tem ônibus te fechando mas tenho de ir mais devagar. Na altura do Metrô Tietê tenho de atravessar e pegar a avenida, pois nessa parte o passeio do canteiro central tem grade e não cabe a bike.

Na volta tentei seguir a dica do Danilo e voltar pela Ponte das Bandeiras mas fiz uma grande cagada e só não me dei mal pois estava engarrafado. Dessa vez peguei a Ataliba Leonel no lugar da Zuquim e subi o Jardim São Paulo depois do SESC, ao lado do Parque Domingues Luiz.

Site do Instituto Histórico e Geográfico de SJdR

O IHG – Instituto Histórico e Geográfico de São João del-Rei inaugurou seu website, muito bonito por sinal!

Espero que não fique só nas primeiras páginas e continue adicionando conteúdo, pois é uma excelente forma de acesso a tanta informação que existe e é produzida lá dentro.

Excelente iniciativa!

Capa Porta Terno

Hoje fui de bicicleta ao trabalho pela primeira vez e tive de levar o terno com paletó, calça, camisa, gravata, cinto, meia e sapatos dentro da mochila. A camisa eu levei dentro de uma daquelas pastas plásticas, dica de um amigo que vai até a estação de trem de bicicleta.

Agora estou a procura de uma capa porta terno, para poder carregar o terno sem amassar. Achei as seguintes:

Como não poderia deixar de ser, a Roncato é a mais bonita, seguido da Primicia, depois a Bagaggio. Não gostei da Samsonite pois é uma mala, rígida, o que dificulta um pouco a levar nas costas, pedalando.

Como só a da Bagaggio está no meu orçamento, talvez seja essa que eu compre.

Se alguém souber de outra opção ou de algum lugar onde eu possa comprar, por favor, deixe um comentário.

#1 – Perdido no Jardim São Paulo

Minha primeira ida para o trabalho foi bem tranqüila, tirando um ônibus que abriu pra me ultrapassar e logo em seguida me fechar pra parar num ponto da Cruzeiro do Sul. Peguei a Cruzeiro do Sul sempre pela direita, atravessei a ponte na calçada e pedalei até a Av. do Estado na larga calçada da Cruzeiro do Sul, pois ônibus e caminhões andavam colado na guia.

Na volta atravessei a ponte Cruzeiro do Sul fora do passeio e subi a Zuquim, depois entrei no Jardim São Paulo e fiquei rodando pelas ruazinhas alí dentro, até voltar pra Zuquim eu voltei!

Acessórios para Bikes

Agora que já escolhi e comprei uma bike, vou gastar dinheiro com os acessórios!

Como quase tudo de bicicleta é importado, eu sempre procuro no eBay pra ver se tem acessórios baratos pra comprar. Se o valor do produto + frete for inferior a US$ 50,00, tanto o vendedor quando o comprador forem pessoa física (natural person em inglês) e o produto for enviado pelos correios (USPS – United States Postal Service, por exemplo), a compra é isenta de imposto de importação (que é de 60%, via de regra).

Comprei lá um ciclocomputador wireless da Cateye, que custa R$ 140,00 nas lojas mais baratas aqui no Brasil, por US$ 30,00 mais US$ 10,00 de frete, totalizando R$ 65,00! O único problema é ter de esperar uns 30 dias pra chegar.

Como sou totalmente leigo no assunto de bicicletas, não sem nem quais são as marcas tradicionais, de qualidade, para começar a procurar (não dá pra olhar os 42.557 itens só na sessão de bicicletas no eBay), então segue uma lista que levantei:

  • Bell – capacetes
  • RavX – bomba de encher pneu, ferramentas, luvas, cadeado, remendo de pneu, luzes, bolsa de quadro, bolsa de selim
  • Cateye – ciclocomputador, luzes, farol, lanterna, refletor
  • Dahon – bagageiro
  • Zefal – bagageiro, bomba, caramanhola (garrafas), porta mapas
  • Polisport – cadeirinha, caramanhola, capacete
  • Velo, Prowell, SDG, Calypso, Titec, Funn- selim
  • VDO – ciclocomputador
  • Polar – ciclocomputador, monitor de freqüência cardíaca
  • Nathan – diversos itens para triatlon
  • Fox – caramanhola, bolsa de selim, capacete
  • Finish Line – lubrificante e limpeza
  • Deuter – mochila, refletor, bolsa de hidratação, bolsa de quadro, alforje, bolsa de selim
  • Curtlo (nacional) – mochila, bolsa de hidratação, bolsa de quadro, bolsa de selim, alforje
  • Giro, Ridge, Protek, Topline – capacete
  • De Lucca – transportadora
  • Serfas – selim, capacete, bolsa, bomba, luvas, farol, ferramentas
  • SDG, Calypso, Titec, Funn – selim
  • Tranz – X – caramanhola, rolos de treinamento
  • Thule – suporte traseiro, suporte de teto
  • Specialized – selim, ferramentas, capacete, luvas, caramanhola, bomba
  • SixSixOne – proteções, luvas, capacetes
  • Beto, Giyo – bomba de ar
  • Nalgene – garrafa
  • Ice Toolz, Pedro’s – ferramentas
  • Topeak – ferramentas, bomba de ar, lanterna, farol, sinalizador, ciclo computador, bolsa, bagageiro
  • U-lix – bagageiro

Comprei a bicicleta

Comprei hoje uma Sundown Team 3000, na Scatt Bikes, com o Norton Japa. Ganhei uma garrafinha de água com suporte pra caraminhola, um kit de reparo de câmara de ar e um capacete Bell, fora o desconto no valor da compra toda!

Também comprei uma cadeirinha dianteira pra minha filha de 15 quilos, que vai no guidão, um capacete Protek Flash Junior Gata pra ela, um capacete Bell pra Marcela, uma bomba de encher pneu Dual Force X da RavX e um cadeado de bicicleta Schwinn Combo. Agora já dá pra andar.

O Norton trocou o engate rápido do canote do selim e, quando já estava na metade do caminho de casa, voltei lá na Scatt pois a corrente estava dando uns estalos. Lá eles viram que tinha um elo que estava preso, não dobrava, então eles arrumaram e não tive mais problemas… quer dizer… se a bicicleta tivesse 21 marchas e não 24, eu não chegava em casa pedalando!

Ahhh, ainda estou esperando chegar o meu Cateye Micro Wireless, que comprei com o Rick, do zbikenut, no eBay.

Ferro de Passar Roupa

Meu ferro de passar roupa estragou, então resolvi comprar outro e como bom computeiro que sou fiz uma grande pesquisa na Internet para achar o melhor. Compartilho então os “resultados”.

Só existem 3 grandes marcas de ferro: Walita/Philips, Arno e Black & Decker, ponto. Há quem diga que Mallory também tá no páreo, mas eu simplesmente não gosto da marca. Levantei então a lista abaixo com ferros dessas 3 marcas (dos melhores aos mais simples):

Com vapor vertical (e vapor extra + base especial abaixo + spray)

  • Walita RI1830 – 1700w (base com Golden Dynaglide, duplo sistema anticalcário e desligamento automático) – R$ 140,00
  • Walita RI1815 – 1700w (base com Golden Dynaglide) – R$ 120,00
  • Arno Aquaspeed 110 – 1530w (base com Durilium)- R$ 270,00
  • Arno Ultragliss-Easycord – 1200w (base com Durilium)- R$ 145,00
  • Black & Decker XT2020 – 1700w (base de inox) – R$ 150,00

Com vapor extra (e base especial = spray)

  • Arno Ultragliss – 1200w (base com Durilium) – R$ 130,00
  • Black & Decker X560 – 1200w (base antiaderente) – R$ 80,00

Básicos com base especial (e spray)

  • Walita RI1717 – 1400w (base com Ceralon) – R$ 100,00
  • Arno Primagliss 40 – 1200w (base com Durilium) – R$ 110,00

Básicos com spray

  • Walita RI1705 – 1400w – R$ 80,00
  • Black & Decker KX530 – 1200w
  • Arno Calore Spray – 1200w – R$ 100,00
  • Black & Decker X530 – 1200w – R$ 80,00

Básicos

  • Walita RI1703 – 1400w
  • Arno Vapor Calore – 1200w – R$ 80,00
  • Black & Decker X500 – 1200w – R$ 60,00

Observações

  • Todo ferro Walita tem auto limpeza (CalcClean), nos Black & Decker só a partir do KX530 e nos Arno só a partir do Primagliss 40
  • Todo ferro Walita tem luz piloto (luz de aquecimento), nos Arno só a partir do Primagliss 40 e nos Black & Decker apenas no XT2020
  • Nenhum ferro Walita tem tampa do depósito de água, nos Arno só tem a partir do Ultragliss e nos Black & Decker apenas no XT2020
  • Os ferros básicos da Arno têm 31 saídas de vapor com jato contínuo de 15 g/min, o Primagliss 40 tem 33 saídas e 20 g/min e os top têm 64 saídas com 25 g/min de vapor contínuo e no vapor extra têm 75 g/min no Ultragliss-easycord e 30 g/min no Ultragliss normal
  • Os ferros RI1830 e RI1815 da Walita têm 29 saídas de vapor com jato contínuo de 22 g/min e 80 g/min no vapor extra. Os outros têm jato contínuo de 17 g/min
  • Todos os ferros da Black & Decker têm 23 saídas de vapor na base
  • O vapor vertical serve para passar cortinas, paletós e roupas no cabide
  • Não sei por que o Arno Aquaspeed custa o dobro do preço dos outros ferros
  • Existem modelos Walita intermediários, que devem ter saído de linha e não serão muito diferentes dos modelos apresentados, mantendo a faixa de preço

Conclusão

Pelo que pude perceber os ferros à vapor Arno e Walita disputam de igual para igual nos modelos básicos e são melhores que os da Black & Decker, sendo ainda os da Arno mais caros que os da Walita. Na linha top os da Arno parecem ter uma base que desliza melhor e com mais saídas de vapor do que os da Walita.

Desta forma, vou comprar um Walita RI1830 ou um Arno Ultragliss-Easycord, o que estiver mais barato.

Atualização:

Comprei o Walita RI1830 em maio de 2008 e ele durou até maio de 2011, quando troquei-o por um Electrolux Amethyst – com vapor vertical, 1500w, base EasySlide, sistema anticalcário (Anti-Calc), anti gotejamento (Anti-Drip), desligamento automático (8 minutos se em pé ou 30 segundos se deitado) e base emborrachada. Tem auto-limpeza, luz piloto, tampa no depósito de água e 23 furos de vapor.

links for 2008-05-13

links for 2008-05-12

  • Este artigo mostra alguns métodos de investigação forense com diferentes funcionalidades do Microsoft Office. Partes do artigo exemplificam diferentes vulnerabilidades do MS Office para discutir sua natureza e o método de “exploitation”.

Caminhantes

Agora a família sjdr.com.br tem mais um ilustre integrante: Associação de Caminhantes Serra do Lenheiro.

Eles fazem caminhadas no entorno de São João del-Rei e em rotas históricas de Minas Gerais. Um blog interessante para os aventureiros e historiadores de plantão acompanharem.

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