Arquivos Mensais: novembro 2003

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Matrix e Filosofia Indiana

Reloading the Matrix of Indian philosophy é uma matéria do jornal “The Times of India” que compara o filme Matrix com a filosofia indiana. Muito bom.

Ahimsa

Ahimsa, para a filosofia indiana, se refere ao propósito pessoal de não ferir nenhum ser vivo, tanto verbal quanto fisicamente. Presente em todas as tradições sapienciais, quando se refere a não fazer mal a seu semelhante, ahimsa tem seu expoente máximo na Regra de Ouro da ética:

Cristianismo: “… amarás o teu próximo como a ti mesmo”.

Islamismo: “Ninguém pode ser um crente até que ame o seu irmão como a si mesmo”.

Judaísmo: “Aquilo que não queres que te faça, não faças ao outro”.

Zoroastrismo: “A Natureza só é amiga quando não fazemos aos outros nada que não seja bom para nós mesmos”.

Confucionismo: “Não faças aos outros aquilo que não queres que eles te façam”.

Taoísmo: “Considera o lucro do teu vizinho como teu próprio e o seu prejuízo como se também fosse teu”.

Hinduísmo: “Não faças aos outros aquilo que, se a ti fosse feito, causar-te-ia dor”.

Budismo: “…dando o que deles espera receber…”.

Sikhismo: “Julga aos outros como a ti mesmo julgas. Então participarás do Céu”.

Jainismo: “Na felicidade e na infelicidade, na alegria e na dor, precisamos olhar todas as criaturas assim como olhamos a nós mesmos”.

Fonte: Infobase

Krishna & Vishnu

Quero achar em algum lugar a conversa entre Krishna & Vishnu…

Alerta contra a Insegurança do Sistema Eleitoral Informatizado

Achei interessante e estou transcrevendo:

Alerta contra a Insegurança do Sistema Eleitoral Informatizado

Face às tramitações aceleradas de projeto de lei que pretende suprimir as salvaguardas de confiabilidade providas pelo mecanismo da impressão do voto na urna eletrônica brasileira, me juntei a vários colegas, professores e especialistas em informática na comunidade acadêmica, para divulgar esta alerta ao público. Os outros signatários são Walter Del Picchia, Professor Titular da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo – USP, Jorge Stolfi, Professor Titular do Instituto de Computação da Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP, Routo Terada, Professor Titular do Depto. de Ciências da Computação do Instituto de Matemática e Estatística da Universidade de São Paulo – USP, Edison Bittencourt, Professor Titular da Faculdade de Engenharia Química da Universidade de Campinas – UNICAMP, Pedro Dourado Rezende, Professor do Depto. de Ciência da Computação da Universidade de Brasília – UNB, Representante da Sociedade Civil no Comitê Gestor da Infra-estrutura de Chaves Públicas ICP-Brasil, e Paulo Mora de Freitas, Chefe do serviço de Informática do Laboratório Leprince-Ringuet da Ecole polytechnique, Palaiseau, França.

“Somos favoráveis ao uso da Informática no Sistema Eleitoral, mas não à custa da transparência do processo e sem possibilidade de conferência dos resultados.

Cidadão brasileiro

Nosso regime democrático está seriamente ameaçado por um projeto de lei em tramitação no Congresso Nacional, o Projeto do Voto Virtual, PL 1503/03. Este projeto, sob a máscara da modernidade, acaba com as alternativas de auditoria eficiente do nosso Sistema Eleitoral Informatizado, pois: (1) elimina o registro impresso do voto conferido pelo eleitor, substituindo-o por um “voto virtual cego”, que o eleitor não tem como verificar o conteúdo; (2) revoga a obrigatoriedade da Justiça Eleitoral efetuar uma auditoria aberta no seu sistema informatizado antes da publicação dos resultados finais; (3) permite que o Sistema Eleitoral Informatizado contenha programas de computador fechados, ou seja, secretos.

O Projeto de Lei do Voto Virtual nasceu por sugestão de ministros do Supremo Tribunal Federal e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ao Senador Eduardo Azeredo, e sua tramitação tem sido célere, empurrado pela interferência direta desses ministros sobre os legisladores, como declarado por estes durante a votação no Senado.

As Comissões de Constituição e Justiça das duas casas legislativas analisaram a juridicidade do projeto mas, apesar dos constantes alertas de membros da comunidade acadêmica para seus riscos sem rigorosos procedimentos de auditoria e controle, nenhuma audiência pública com especialistas em Informática e Segurança de Dados foi aceita.

Essa lei, se aprovada, trará como resultado a instituição de um sistema eleitoral no qual não se poderá exercer uma auditoria externa eficaz, pondo em cheque até os fundamentos do projeto democrático brasileiro. Aceitando essa interferência e implantando um sistema eleitoral obscuro, corremos o risco de virmos a ser governados por uma dinastia, com os controladores do sistema eleitoral podendo eleger seus sucessores, mesmo sem ter os votos necessários.

A nação, anestesiada pela propaganda oficial, lamentavelmente desconhece o perigo que corre. Os meios de comunicação, com honrosas exceções, omitem-se inexplicavelmente, como se o assunto não fosse merecedor de nossa preocupação.

A finalidade deste alerta é a denúncia da falta de confiabilidade de um sistema eleitoral informatizado que: utiliza programas de computador fechados, baseia-se em urnas eletrônicas sem materialização do voto, não propicia meios eficazes de fiscalização e auditoria pelos partidos políticos, e identifica o eleitor por meio da digitação do número de seu título eleitoral na mesma máquina em que vota. Assim, o princípio da inviolabilidade do voto, essencial numa democracia, será respeitado apenas na medida em que os controladores do sistema eleitoral o permitirem, transformando-se o voto secreto em mera concessão.

Uma verdadeira caixa-preta a desafiar nossa fé, este sistema é inauditável, inconfiável e suscetível de fraudes informatizadas de difícil detecção. Como está, ele seria rejeitado na mais simples bateria de testes de confiabilidade de sistemas pois, em Informática, “Sistema sem fiscalização é sistema inseguro”. Muitas das fraudes que ocorriam quando o voto era manual, foram eliminadas, mas o cidadão brasileiro não foi alertado de que, com a informatização, introduziu-se a possibilidade de fraudes eletrônicas mais sofisticadas, mais amplas e mais difíceis de serem descobertas.

Enquanto os países adiantados caminham no sentido de exigir que sistemas eleitorais informatizados possuam o registro material do voto, procedam auditoria automática do sistema e só utilizem programas de computador abertos, com esse Projeto de Lei do Voto Virtual, o Brasil vai na contramão da história.

De que adianta rapidez na publicação dos resultados, se não respeitarmos o direito do cidadão de verificar que seu voto foi corretamente computado?

Segurança de dados é assunto técnico especializado e assusta-nos a falta de seriedade com que nossa votação eletrônica tem sido tratada, nos três Poderes, por leigos na matéria. Os rituais promovidos pelo TSE, como a apresentação dos programas, a carga das urnas e os testes de simulação são apenas espetáculos formais, de pouca significância em relação à eficiência da fiscalização.

Surpreende-nos, sem desmerecer suas competências na área jurídica, que autoridades respeitáveis da Justiça Eleitoral possam anunciar, com toda a convicção, que o sistema eleitoral informatizado é “100% seguro” e “orgulho da engenharia nacional”, externando inverdades em áreas que não dominam, alheias ao seu campo de conhecimento específico.

Para o eleitor, a urna é 100% insegura, pois pode ser programada para “eleger” desde vereadores até o próprio presidente. O único e mais simples antídoto para esta insegurança é a participação individual do eleitor na fiscalização do registro do seu próprio voto, pois ele é o único capaz de fazer isto adequadamente.

O TSE sempre evitou debater tecnicamente a segurança da urna, ignorando todas as objeções técnicas em contrário. Nenhum estudo isento e independente foi feito até hoje sobre a alegada confiabilidade da urna sem o voto impresso. O estudo de um grupo da Unicamp (pago pelo TSE), parcial e pleno de ressalvas, recomendou vários procedimentos como condição para garantir o nível de segurança necessário ao sistema. Essas ressalvas, infelizmente, foram omitidas na propaganda sobre as maravilhas da urna.

A confiabilidade de sistemas informatizados reside nas pessoas e nas práticas seguras. Palavras mágicas como assinatura digital, criptografia assimétrica, embaralhamento pseudo-aleatório e outras panacéias de nada valem se não forem acompanhadas de rigorosos procedimentos de verificação, fiscalização e auditoria externas. Se esta urna algum dia cair sob o controle de pessoas desonestas, elas poderão eleger quem desejarem. De modo algum podemos confiar apenas nas pesquisas eleitorais como modo de validar os resultados das urnas eletrônicas, especialmente se as diferenças entre os candidatos forem pequenas.

Nenhum sistema informatizado é imune à fraude, especialmente a ataques internos, como sucedeu em julho de 2000 com o Painel Eletrônico do Senado, fato que levou à renúncia de dois senadores. A única proteção possível é um projeto cuidadoso que atenda aos requisitos de segurança, e à possibilidade de auditorias dos programas, dos procedimentos e dos resultados.

Basta de obscurantismo no sistema eleitoral. Enfatizamos a necessidade de serem realizados debates técnicos públicos e independentes sobre a segurança do sistema e de seus defeitos serem corrigidos, antes da aprovação de leis que comprometam a transparência do processo.

A democracia brasileira exige respeito ao Princípio da Transparência e ao Princípio da Tripartição de Poderes no processo eleitoral.

Instamos todos os eleitores preocupados com a confiabilidade de nosso sistema eleitoral a transmitirem suas preocupações, por todos os meios possíveis, a seus representantes no Congresso e aos meios de comunicação.

Brasil, setembro de 2003″

Pela transcrição.

Michael Stanton ([email protected]), que é professor do Instituto de Computação da Universidade Federal Fluminense e também Diretor de Inovação da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP).

Guerra no Iraque

Segundo um relatório da Medact, a Gerra no Iraque pode ter matado até 55 mil pessoas, a maioria civis. Interrompeu programas de vacinação, parou o abastecimento de água…

Fonte: BBC Brasil

O que a CIA sabre sobre nós

Segundo o rerelatório anual do CIA sobre o Brasil, nós pertencemos às organizações internacionais abaixo:

AfDB, BIS, ECLAC, FAO, G-15, G-19, G-24, G-77, IADB, IAEA, IBRD, ICAO, ICC, ICCt, ICFTU, ICRM, IDA, IFAD, IFC, IFRCS, IHO, ILO, IMF, IMO, Interpol, IOC, IOM (observer), ISO, ITU, LAES, LAIA, Mercosur, NAM (observer), NSG, OAS, OPANAL, OPCW, PCA, RG, UN, UNCTAD, UNESCO, UNHCR, UNIDO, UNITAR, UNMISET, UNMOP, UNMOVIC, UNU, UPU, WCL, WCO, WFTU, WHO, WIPO, WMO, WToO, WTrO.

Diz ainda que na tríplice fronteira, “terra sem lei”, tem militantes islâmicos:

unruly region at convergence of Argentina-Brazil-Paraguay borders is locus of money laundering, smuggling, arms and drug trafficking, and harbors Islamist militants

O Brasil tem 665 aeroportos pavimentados, 2925 sem pavimentação, os seguinte portos: Belem, Fortaleza, Ilhéus, Imbituba, Manaus, Paranaguá, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Rio Grande, Salvador, Santos e Vitória.

Da população, 22% está abaixo da linha de pobreza; 4,4% de nossa energia elétrica produzida vem de Angra I e II, nossa dívida externa em 2002 era de 222,4 bilhões de dólares (2ª maior dívida externa do mundo).

Alguns rankings (alguns dados desatualizados e ranking baseado em informações de diferentes anos):

5ª maior população do mundo

122ª maior taxa de natalidade

166ª maior taxa de mortalidade

90ª maior taxa de mortalidade infantil

111ª maior expectativa de vida ao nascer

143ª maior taxa de fertilidade

63ª maior taxa de adultos com AIDS/HIV

18º maior número de pessoas com AIDS/HIV

40º maior número de mortes por AIDS/HIV

10º maior Produto Interno Bruto

159ª maior taxa de crescimento do PIB

93º maior PIB per capta

177º maior Inflação (em 2002!)

5ª maior força de trabalho

56ª maior taxa de desemprego

103º maior crescimento da atividade industrial

10º maior consumidor de eletricidade

10º maior produtor de eletricidade

6º maior consumidor de petróleo

15º maior produtor de petróleo

16ª maior reserva de petróleo

41ª maior reserva de gás natural

27º maior exportador

28º maior importador

2ª maior dívida externa

14º maior número de linhas telefônicas

20º maior número de celulares

11º maior número de usuários de Internet

10ª maior malha ferroviária

9º maior gasto militar

89º maior gasto militar (em % do PIB)

Mãe na Net

Descobri que tem um artigo do Jean Boëchat na MagNet entitulado “Você participa de alguma comunidade na Internet?” onde minha mãe participa:

Ana Maria O. Cintra, São João Del Rey, MG

A Internet não tem limites. Nem geográficos, nem de língua, nem de raça, nem de idade, ou seja, todos os preconceitos desaparecem e o que interessa é a comunicação. Tenho pouco tempo para bate-papos, mas gosto de participar da Edutec e saber o que acontece na psicologia, fonoaudiologia, psiquiatria, neurologia e educação, que são minhas áreas de interesse no dia-a-dia. Além disso, é uma forma de saber dos amigos e de obter informações. Na minha casa, três dos meus quatro filhos participam ativamente, em chats, jogos via modem, pesquisas e até criação de páginas.”

Pena que ela grafou São João del-Rei de maneira errada… mamãe é PopStar!

Sebastião de Oliveira Cintra

SEBASTIÃO DE OLIVEIRA CINTRA, UMA SAUDADE…

José Antônio de Ávila Sacramento *

Sebastião de Oliveira Cintra nasceu a 15 de outubro de 1918. Bacharelou-se em Letras pelo Colégio Santo Antônio de São João del-Rei; cursou o pré-médico no Colégio Universitário do Ministério da Educação, no Rio de Janeiro, onde freqüentou até o 3º ano a Faculdade Nacional de Medicina. Possuiu os cursos intensivos de Assistência social, Documentação Administrativa, História, Literatura e Aperfeiçoamento Funcional. Exerceu o Magistério no Rio de Janeiro, tendo integrado as Bancas Examinadoras do Colégio Pedro II.

Exerceu cargos públicos federais, sempre por concurso, aposentando-se como Fiscal de Contribuições Previdenciárias. Por mais de um mandato ocupou a Presidência da Academia de Letras de São João del-Rei e exerceu também o cargo de orador oficial daquela Casa de Letras. Foi presidente da Associação de Imprensa de São João del-Rei, vindo depois a ser o seu presidente de honra. Atuou na imprensa desde a mocidade.

Publicou inúmeros artigos e crônicas nos jornais, em sua maioria referindo a temas históricos e genealógicos. Colaborou com diversas Revistas Acadêmicas e de Institutos Históricos. Sempre colocou seu arquivo particular à disposição dos pesquisadores.

Participou da antologia “Escritores do Brasil”, organizada em 1981, pelo escritor Aparício Fernandes. Foi autor do opúsculo “Inconfidência Mineira” e das obras “Nomenclaturas de Ruas de São João del-Rei” e “Efemérides de São João del-Rei”, esta última obra de sumíssima importância e com duas edições (a última de 1982). Em 1994 publicou o livro “Galeria das Personalidades Notáveis de São João del-Rei”, um fantástico relato biográfico de ilustres pessoas nascidas e/ou que viveram em São João del-Rei, as quais contribuíram de alguma forma para o engrandecimento da cidade.

Foi membro fundador do Instituto Histórico e Geográfico de São João del-Rei e integrante ativo da Casa até quando a saúde o permitiu. Escreveu diversos artigos nas revistas do IHG.

Cintra prestou inestimáveis serviços ao município de São João del-Rei, à Região do Campo das Vertentes, a Minas Gerais e ao Brasil, como homem que radiografou a nossa História, sempre de maneira muito bem fundamentada. Seus escritos são, desde há muito, uma importante referência para os pesquisadores da genealogia e história.

Pertenceu às seguintes instituições, como sócio: Instituto Histórico e Geográfico de Minas Gerais; Instituto Histórico e Geográfico de São João del-Rei; Instituto Histórico e Geográfico de Juiz de Fora; Instituto Histórico e Geográfico de Campanha; Instituto Histórico e Geográfico Goiano (Anápolis); Instituto Brasileiro de Estudos Sociais (São Paulo); Instituto; Cultural Visconde do Rio Branco (Valença-RJ); Colégio Brasileiro de Genealogia (RJ); Associação de Imprensa de São João d’El-Rey; Academia de Letras de São João d’El-Rey; Rotary Club de São João del-Rei; Academia Municipalista de Letras de MG (Belo Horizonte); Academia de Letras Municipais do Brasil (SP); Academia Barbacenense de Letras (MG); Academia Sabarense de Ciências e Letras (MG); Academia Paulistana da História (SP); Academia Petropolitana de Letras (RJ); Academia Anapolina de Filosofia, Ciências e Letras (GO); Academia de Letras Manchester Goiana (Anápolis); Academia de Estudos Literários e Lingüísticos (Anápolis-GO); Academia Goianense de Letras; Academia Interamericana de Literatura e Jurisprudência; Academia Petropolitana de Poesia Raul de Leoni (RJ); Academia de Poetas e Prosadores de MG (Juiz de Fora); Ordem dos Bandeirantes Mater (SP); Associação Brasileira de Pesquisadores de História e Genealogia (SP), entre outras….

Cintra era casado com a senhora Léa de Oliveira Cintra; deixou as filhas Sônia Regina de Oliveira Cintra, Ana Maria de Oliveira Cintra, Maria Angélica de Oliveira Cintra, Teresa Cristina de Oliveira Cintra e Vera Lúcia de Oliveira Cintra, o filho Francisco Eduardo de Oliveira Cintra e netos.

Faleceu em 19 de agosto de 2003, foi velado na sede da tradicional e centenária Banda de Música Theodoro de Faria e sepultado na manhã do dia 20 de agosto, no cemitério de São Francisco. No seu sepultamento, em nome do Instituto Histórico e Geográfico e da Academia de Letras de São João del-Rei, proferiu emotiva e eloqüente oração fúnebre o advogado Wainer Carvalho Ávila.

Requiescat In Pace”, Cintra!

* José Antônio de Ávila Sacramento é Presidente do Instituto Histórico e Geográfico de São João del-Rei.

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