Firefox, IE, Microsoft, padrões e Internet

Não sou um puritano que só usa o Firefox e faz o sinal da cruz antes de entrar no Internet Explorer, mas eu tenho uma sensação de segurança muito maior no Firefox, além de uma melhor experiência e facilidade de navegação neste browser.

Infelizmente a Microsoft, na sua megalomania, sempre fugiu de padrões de mercado, “inovando” na forma de desenvolver softwares, muitas vezes tornando-os incompatíveis com outros produtos. Esse é o caso do IE 5, IE 5.5 e em alguns casos do IE 6.

Sites que só funcionam no IE não são nada difíceis de se encontrar. Principalmente por causa das “ferramentas de produtividade” da Microsoft que os web developers têm acesso, que criam códigos muito bons para seus produtos, mas que estão fora dos padrões e recomendações da W3C. Mas também por conta de desenvolvedores que não entendem, não dão a mínima ou simplesmente não conhecem o mundo não-Microsoft, que tenta seguir uma série de padrões de interoperabilidade.

Os “bookmarks” viraram “favoritos”. O “JavaScript” virou “JScript”. O IE até interpreta páginas que têm ActiveX ou VBScript, que são produtos proprietários da Microsoft, de código fechado, que só funcionam no IE.

Felizmente parece que o Firefox e a comunidade open source conseguiram mudar um pouco o posicionamento da Microsoft. O AJAX, que a Microsoft tinha denominado ATLAS voltou a ser AJAX, o padrão do mercado. E o melhor: o IE 7 seguirá padrões do W3C.

Tenho muita confiança nessa tendência de seguir padrões, afinal, a Internet não é mais um grande conjunto de sites, acessados por pessoa isoladas, mas uma grande comunidade de pessoas interagindo entre si através de sites.

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