Aprendendo Python e números primos

Hoje chegou o livro Learning Python, do Mark Lutz, que comprei na Amazon no dia 21 de Novembro.

Comecei a ler no metrô e vou deixar o Dracula de lado pra ler este livro. Vou tentar terminar até o fim do ano e para isso teria de ler dois capítulos por dia. Hoje já fiz a minha parte e li os dois primeiros!

O único exemplo que teve até agora foi o trivial Hello World e me empolguei tanto que já fiz um programa que calcula números primos. A linguagem realmente é uma delícia! Fácil de aprender, rápido de implementar e o código fica bem legível.

Tive a idéia desse algoritmo para calcular números primos em um sonho… nerd é foda! Não sei se ele é tão eficiente quanto os que existem por aí, mas uma coisa posso garantir, ele usa 100% de CPU e vai comendo a memória lentamente. Em 4 minutos calculei todos os números primos entre 1 e 100.000 e o consumo de memória subiu de 2Mb para 6Mb…

Prendo fazer uma interpolação do consumo de memória e tempo de processamento para ter uma estimativa de em quanto tempo eu conseguiria calcular todos os primos até 1.000.000 ou mais.

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4 Comentários.

  1. eu queria aprender numeros primos mas aqui nao estao nada desculpe nao quero ofender so quero que me enssine eu to ruim nisso

    • Thiago, o que exatamente o que você quer aprender sobre números primos?

      Se for só a definição, a definição de numero primo é todo número que só é divisível por 1 e por ele mesmo. Ex: 5 é número primo, pois só é divisível por 1 e por 5. Já 12 não é primo, pois é divisível por 1, 2, 3, 4, 6 e 12.

  2. Nerds estão evoluindo para Geeks?
    Um livro intitulado Números Primos – A Arte da Natureza, que “ninguém sabe ninguém viu” na Ala de Educação da Prefeitura de Blumenau, sondado e espreitado pelo pessoal do PT, ali pelo período de 2000/2001, um pouco antes da FURB estar infestada pelo séquito ávido a enfiar ensino religioso pra tudo que é lado; utilizava informações inéditas sobre os Números Primos, e nele havia um complemento-lógico que instruía os professores a interligarem as disciplinas; e também apresentava outra sequência-prima além da única existente (dois elevado a primo menos um) no mundo,provada no ano 1500 pelo pai da acústica- Marim Mersenne. Cópia desse livro foi entregue como lixo na portaria da Sec. de Educ. de Angra como se nada houvesse de interessante nele; destarte, além das coisas citadas,mostrar que o número primo é como semente de uma forma, etc, etc.
    Observem bem: Todo governo ditatorial, tirano, perverso, massacrador do povo, vem mascarado por um ferrenho domínio religioso, como o do Hitler; com ampla aceitação popular e horríveis práticas de crimes passados na cara de todo mundo, que o aceita cantando ludibriada ou hipocritamente.

    O DOSSIÊ HADDAMMANN
    Making Off
    Você que se considera cidadão nesta atual Sociedade terá motivos fortes para não gostar do que vai ler a seguir.
    Muitos podem ter pensado … mas não sou anarquista. Sou capitalista; porque esta é a forma do dinheiro fluir livre, e alicerçar a Democracia Altaneira; e essa pode evoluir para a Meritocracia Genuína. Assim, sou capitalista meritocrático (?).
    O que é isso?
    Observemos a Natureza: Nela não há USURPAÇÃO. As diferenças se complementam. Há a utilidade do que “pensamos” ser fraco; e a utilidade do que “pensamos” ser forte (vide um tanto disso no artigo Concernências do Direito num buscador aí pela Internet). Nessas utilidades apresentam-se circunstâncias controversas, e, nelas os momentos sobrepõem-nas em trocas e prioridades (do que é necessário), tornando a função da utilidade altaneira.
    Explicando: A um veículo parado enguiçado numa longínqua e extensa estrada não há a mínima importância que o motorista seja o presidente de um país. Para a Sociedade Meritocrática a importância do momento está no mecânico; seja ele verde, amarelo, cor-de-abóbora, cor-de-betume, etc.
    Desse mesmo modo também, para o lixo amontoado na frente de nosso portão, não há importância alguma se perto dele está um político “importante”; a prioridade do momento faz do carregador-lixeiro a função altaneira.
    Daí, toda função DEVE ser dignamente remunerada (vide também textos sobre o Trabalho; deve ainda estar postado como comentário no blog Rerum Natura — Quando resolveram desgraçar mais um trabalho importante para a Sociedade tive de espalhar às pressas textos para que chegassem à pelo menos algumas pessoas na Sociedade).
    Ainda nessa questão, é indiscutível que há momentos em que de modo algum a mulher é “fraca”, ou menos inteligente, assim como o “novo”, moço, não é em todo momento o mais ágil; nem o “idoso” em todo momento, o mais sabido. Porque tais coisas são imbricadas, e só a consonância dos méritos, nos instantes necessários, efetivam a função eficaz da utilidade (serventia = o prover) sem a usurpação.
    Para tais reflexões é necessária a consciência vívida de cidadãos de uma nação, contentados por um tal porte de compreensão de fenômenos que lhes dê a acurância de perceber que numa pergunta dum pequenino infante pode estar uma inferência tão profunda quanto a de um prestigiadíssimo cientista.
    E isso é de tal forma importante para nossa atenção e responsabilidade ante nossa preservação, nosso bem-estar, e nosso Planeta, que cabe-nos nunca prescindir de estarmos atentos para:
    Que Pergunta Está Sendo Feita?
    ou
    Que informação pode nos faltar em um crítico instante?
    Fui arregaçado porque em minhas exposições deixava bem nítida uma declaração: “O princípio da ordem é a Justiça e a finalidade da lei é a Justiça, e a expressão plena da Justiça é o Amor”.
    Os mandantes das vidas das pessoas no mundo taxaram a Justiça de Anti-Cristo, e a Reflexão de Coisa Ruim. (E nem tinha e nem tem conotação religiosa nisso). É isso aí mesmo, sem tirar nem por, o que aconteceu. E reviraram desgraça em cima de desgraça sobre qualquer ação que eu fizesse (desinformação, plágio, roubo, assassinato, covardia, perseguição … é impossível não dizer isto sem uma inundação de lágrima, eles sabem bem o que pode destruir um homem; e eles estão pertinho de nós).
    Uma declaração simples, que para ser assim definida como uma máxima de reflexão transpassou pela agudeza da intuição de um menino até à tarimba de um experimentado investigador.
    Porque da maneira como as idades também se complementam embelezando a Vida, cabe à nossa honra ver (como sucessão de idades na evolução de nossas civilizações) que o alphabeto inventado e desenvolvido pelos Egeus não se pôs para que nós só desgastássemos a vida à tagarelar, mas sim, que combinássemos e usufruíssemos o “ver” livre de nossos pensamentos; e isso, à parte os entraves que nós mesmos nos pregamos; ainda assim, tal conquista nos legou os frutos valiosíssimos que chamamos de química, física, matemática, biologia, astronomia, sociologia, etc, etc.
    A tempo, ainda devo dizer: Não sou ateu, nem agnóstico, e nem compactuo com nada disso que tá aí, em formato de crença, e nem imposto como religião (Isso também deve estar ainda postado num artigo intitulado Fé e Ciência na Internet). Aliás sou arredio com o sorriso e chôro da serpente enrolada numa cruz; e completamente separado do pêso curvado que seus filhotes impõem a muitos enganados.
    A concepção do Amor, na mais rudimentar essência é a RECIPROCIDADE; porque da Meritocracia ao circuito da Economia, até à fluidez prazerosa da amizade, e convivência entre íntimos e próximos, é a reciprocidade que dá respaldo à convivência salutar, às trocas desinteressadas, mas sim autenticamente complementares.
    Estes são alguns dos argumentos que foram usurpados, perdidos, plagiados, mas os escrevo agora, para que mais seres humanos disponham deles, e não lhes falte essas informações para a consciência.
    Que o ar de cordialidade desse período da boa lenda do velhinho dos países gelados nos assegure a congratulação humana que temos nesta época.
    Parte 1
    Haddammann Veron Sinn-Klyss
    sexta, dezembro 19, 2008

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