set 24

PitangaHoje indo para o trabalho passei por uma casa onde tem uma pitangueira, carregada de pitangas. Levei algumas para o trabalho e no caminho tive a idéia de plantar uma pitangueira na calçada em frente ao prédio onde moro, pois o caminhão levou caçamba e árvore quando foi retirar a caçamba que aluguei quando reformei o apartamento.

Achei alguns sites interessantes:

jul 18

Primeiramente a estatística “Acidentes Aeronáuticos na Aviação Civil Brasileira de 1979 a 2007” é alarmante. Acontecem muito mais acidentes que eu imaginava e no mínimo 34 pessoas morreram em cada ano. No entanto, o número de acidentes diminuiu consideravelmente nos últimos 30 anos, como mostra este outro gráfico, mesmo com o aumento da frota, como mostra essa comparação. O gráfico “Acidentes Aeronáuticos por Tipo de Operação em 2007” alivia um pouco esse número, pois apenas 25% dos acidentes são da aviação privada, o restante é da aviação agrícola, de instrução, táxi aéreo (o maior causador) e aviação pública.

Um dado que me chamou atenção é que helicópteros se acidentam quase o dobro que outras aeronaves, pois enquanto de 98 a 2005 a média da porcentagem de helicópteros em relação a outras aeronaves foi de 9%, a média da porcentagem de acidentes com helicópteros em relação ao total de acidentes foi de 20%.

No Anuário Estatístico do Transporte Aéreo de 2005 achei duas informações interessantes: quilômetros voados e número de passageiros transportados na aviação doméstica. Neste mesmo anuário tem a evolução do número de passageiros transportados, de 1996 a 2005.

O Anuário Estatístico de Acidentes de Trânsito de 2005 traz dados inicialmente não tão chocantes: em média, de 98 a 2005, de cada 10.000 veículos 95 se acidentam com vítimas (fatais ou não) ferindo 116 e matando 6 pessoas.

Agora a parte difícil, criar comparações entre essas diversas estatísticas distintas. Cheguei à seguinte lista:

  • número de acidentes/frota
  • número de vítimas fatais/número de acidentes
  • número de vítimas fatais/frota

Para criar estatísticas mais interessantes eu precisaria de algumas informações:

número de vítimas totais (ou não fatais) na aviação

  • número de vítimas/número de acidentes
  • número de vítimas/frota
  • número de vítimas não fatais/número de acidentes
  • número de vítimas não fatais/frota

percentual da população que utiliza transporte aéreo ou número de passageiros únicos na aviação

  • população usuária/número de acidentes
  • população usuária/número de vítimas fatais

total dos quilômetros rodados pelos automóveis - impossível medir

  • número de acidentes/quilômetro voado/rodado
  • número de vítimas fatais/quilômetros voado/rodado
jun 25

Os faraós egípios coexistiram com os romanos do império romano e com os gregos clássicos, bem como dinastias chinesas e vários outros impérios.

Foi um período de grandes descobertas da humanidade. A besta e a polvora pelos chineses, as tubulações de cobre dos egípcios, os banhos dos romanos, os teatros e tratados filosóficos pelos gregos…

Infelizmente na Europa tudo isso sucumbiu aos governos religiosos fundamentalistas, que transformou o período medieval em uma época triste pra humanidade. Perdas de liberdades individuais, cegueira religiosa, inquisição…

Felizmente com o renascimento isso começou a mudar, chegando ao mundo ocidental em que vivemos hoje.

É com tristeza que vejo o oriente médio passando pelos mesmos dilemas da época da Europa medieval, com o diferencial que hoje existem armas de destruição em massa!

abr 25

Viagens no tempo sempre criam paradoxos, por exemplo: se o Hiro do futuro vier para o presente e matar o Hiro.

O paradoxo está no fato de que se matar o Hiro do presente, ele nunca vai se transformar no Hiro do futuro para voltar no passado e matar o Hiro do presente. Mas se se ele não tem como matar o Hiro do presente, então ele pode voltar no passado e matar o Hiro!

Tá, eu sei que é confuso, mas paradoxos são confusos. Eu tive esse pensamento ontem, assistindo Heroes e cheguei a uma idéia (no mínimo tão louca quanto o paradoxo):

O tempo linear e espaço 3D não são um amálgama indissociável. Em cada milésimo de segundo de nossas vidas, pessoas ao redor do mundo têm infinitas possibilidades de escolha, que podem mudar consideravelmente nosso futuro. A casa nano segundo, infinitos “universos paralelos” são criados, com todas as possibilidades de escolha de cada átomo do universo.

O Hirop passa pelo tempo P e segue a vida até o tempo F, quando o Hirof, seguindo seu tempo cronológico, vai para o espaço 3D onde está o Hiro p, que é um deslocamento no espaço-tempo, pois o Hirof estava nesse local há F-P tempo. No momento em que Hiro f chega no local onde está Hirop, o tempo não é P, mas sim F+x , ou seja, Hiro f não foi para o passado, ele continua no presente, mas em um espaço diferente, que é o mesmo espaço que existia no tempo T.

Neste modelo, independentemente do que Hiro f fizer, inclusive matar Hirop, seu passado não será alterado, pois ele não está no passado, está no presente. Um presente em um universo paralelo ao que ele viveu no tempo T.

dez 28

Mobilidade. Não sou nenhum aficionado, mas gosto de praticidade. Desde que comprei um novo celular, desta vez um que aceita programas Java, com câmera e conexão GPRS, tive algumas idéias, que compartilho com o mundo:

  • Consulta de lista de telefones 0800, a partir do nome da empresa
  • Reconhecimento de código de barras para procurar o preço do produto no Bondfaro, Buscapé e Jacotei
dez 27

Estamos em uma nova era, onde a Gestão do Conhecimento é um mote e integração, tanto horizontal quanto vertical, é uma meta nas grandes corporações.

Também estamos na era da Tecnologia da Informação, com sistemas automatizados, integrados e distribuídos. As corporações têm incontáveis servidores, sites, serviços e páginas de diferentes departamentos, seções e diretorias espalhados pela Intranet, Internet, Extranet e até sem estar publicado em lugar algum.

A sociedade mudou tanto que o Google, com a missão de “oferecer a melhor opção de busca na Internet tornando as informações mundiais acessíveis e úteis “, ocupa uma posição invejável e é difícil imaginar a Internet de hoje sem ele. Seus robôs vasculham 1,3 bilhões de páginas e respondem 100 mil consultas por dia .

Mesmo com o Google, usuários da grande rede continuam guardando links nos “Favoritos” ou “Bookmarks” dos browsers. O del.icio.us foi o primeiro a disponibilizar uma forma eficiente de compartilhar esses links de forma social, colaborativa. A idéia deu tão certo que o Yahoo!, principal concorrente do Google, comprou o site.

Voltando ao ambiente corporativo, existe um grande limbo na organização e disseminação da informação de páginas internas da empresa. O Google não indexa, o Yahoo! não indexa e colocar no del.icio.us iria expor endereços internos privativos da empresa ou de determinada área interna.

A solução para esse problema seria um repositório de links centralizado, acessível apenas aos funcionários e colaboradores da empresa, setorizado, seguindo o conceito do del.icio.us, integrado com o controle de acesso da empresa, com o programa de e-mail e com o browser.

E aí, vamos criar o cor.pora.tu?